{"id":236,"date":"2024-07-06T22:51:05","date_gmt":"2024-07-06T22:51:05","guid":{"rendered":"https:\/\/ernesto-guerra-da-cal.org\/wp\/?p=236"},"modified":"2024-09-26T09:56:50","modified_gmt":"2024-09-26T09:56:50","slug":"recurso-da-fundacao-guerra-da-cal-contra-a-proibicao-do-uso-do-portugues-na-galiza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ernesto-guerra-da-cal.org\/wp\/?p=236","title":{"rendered":"Recurso da Funda\u00e7\u00e3o Guerra Da Cal contra a proibi\u00e7\u00e3o do uso do Portugu\u00eas na Galiza"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A FUNDA\u00c7\u00c3O ERNESTO GUERRA DA CAL APRESENTOU RECURSO CONTENCIOSO-ADMINISTRATIVO NO TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTI\u00c7A DA GALIZA CONTRA RESOLU\u00c7\u00c3O DO CONSELHEIRO DE CULTURA, EDUCA\u00c7\u00c3O, F.P. E UNIVERSIDADES, SR. ROM\u00c3O RODRIGUES QUE PRO\u00cdBE O USO DO PORTUGU\u00caS. A DITA RESOLU\u00c7\u00c3O DO CONSELHEIRO FOI A RESPOSTA AO RECURSO DE REPOSI\u00c7\u00c3O FEITO PELA FEGDC ACABANDO O PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO PARA ABRIR A VIA DO CONTENCIOSO-ADMINISTRATIVO, VIA NA QUE SE EST\u00c1 AO APRESETAR O AN\u00daNCIO DE RECURSO E SER ADMITIDO A TR\u00c2MITE.<br>O RECURSO DE REPOSI\u00c7\u00c3O APRESENTADO PELA FEGDC APRESENTA-SE DE SEGUIDA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">CONSELHEIRO DE CULTURA, EDUCA\u00c7\u00c3O, F.P. E UNIVERSIDADES<br>SR. ROM\u00c3O RODRIGUES<br>MANUEL LOPES ZEBRAL presidente da FUNDA\u00c7\u00c3O ERNESTO GUERRA DA CAL dirijo-me<br>a V. para apresentar<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RECURSO DE REPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONTRA RESOLU\u00c7\u00c3O QUE PRO\u00cdBE USO DO PORTUGU\u00caS<\/strong><br>assinada por Manuel Vila Lopes em 26-XII-2023.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A base da sua Resolu\u00e7\u00e3o est\u00e1 no Estatuto de Autonomia da Galiza. A Galiza est\u00e1 legalmente<br>reconhecida como nacionalidade portanto com direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o mesmo \u00e0 separa\u00e7\u00e3o.<br>Direito reconhecido nas leis internacionais e nas do Reino da Espanha a meio do Instrumento de<br>Ratifica\u00e7\u00e3o assinado por Jo\u00e3o Carlos I em que o Pacto Internacional pelos direitos econ\u00f3micos,<br>sociais e culturais e o Pacto Internacional pelos direitos civis e pol\u00edticos s\u00e3o ratificados no BOE de<br>30 de abril de 1977. Em ambos os Pactos fica reconhecido o direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o ou \u00e0 livre<br>determina\u00e7\u00e3o da Galiza e a obriga\u00e7\u00e3o do Estado parte, o Reino da Espanha, a promover este<br>exerc\u00edcio de livre determina\u00e7\u00e3o e a respeitar o resultado deste exerc\u00edcio.<br>O Estatuto de Autonomia foi o instrumento utilizado durante 40 longos anos para tiranizar o povo<br>galego lhe impondo o que n\u00e3o havia votado: Oitenta por cento n\u00e3o aceitou com o seu voto o dito<br>Estatuto de Autonomia submetido a referendum.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da\u00ed derivam outras atua\u00e7\u00f5es da tirania espanhola, tirania exercida por pessoas do bando do nazi-<br>franquismo narcotraficante, Felgueira Valverde que promulga as NOMIGA e Fernandes Alvor que<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">promulga a Lei de Normaliza\u00e7\u00e3o Lingu\u00edstica. Este \u00faltimo fez outro alarde de tirania: Ser presidente<br>com 301.000 votos que lhe foram outorgados em uma Galiza que tinha 2,1 milh\u00f5es de votantes.<br>Ambos outorgaram-lhe \u00e0 RAG-ILG a autoridade em mat\u00e9ria da l\u00edngua galega ou portuguesa para<br>PROIBIR uma parte da nossa hist\u00f3ria. A Cr\u00f3nica Troiana e toda a literatura galega documentada foi<br>escrita com ortografia portuguesa atual. Eis um exemplo da Cr\u00f3nica Troiana:<br>\u00abSabbean quantos este liuro uir\u1ebd que eu Fern\u00e3 Mart\u00edis, cl\u00e9rigo et capel\u00e1n de Fern\u00e3 P\u00e9rez d\u2019Andrade,<br>escriuj este liuro des onde sse come\u00e7a esta estoria ata aqu\u00ed. Et escriuj a\u00fdnda mays outro quaderno<br>em que h\u00e1 dez folhas, que uay ac\u00f3 ade\u00e3t. Et escriujo per m\u00e3dato do dito Fern\u00e3 P\u00e9rez\u2026 \u00bb<br>\u00abSaibam quantos este livro virem que eu Fern\u00e3o Martins, cl\u00e9rigo e capel\u00e3o de Fern\u00e3o Peres de<br>Andrade, escrevi este livro desde onde se come\u00e7a esta est\u00f3ria at\u00e9 aqui. E escrevi ainda mais outro<br>caderno em que h\u00e1 dez folhas, que vai ac\u00f4 adiante. E escrevi-o por mandato do dito Fern\u00e3o Peres\u00bb<br>As NOMIGA \u00e9 um exemplo absolutamente in\u00edquo da falsifica\u00e7\u00e3o do galego durante 40 anos, s\u00f3<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">para PROIBIR o portugu\u00eas e a sua ortografia atual, a do galego secular. Para impedir a evidente<br>identidade do galego e o portugu\u00eas.<br>Relativamente \u00e0 Lei de Normaliza\u00e7\u00e3o Lingu\u00edstica promulgada por um piloto de combate de Hitler,<br>um hitleriano chamado Fernandes Alvor, pode ser afirmado que a sua introdu\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma grossa<br>patranha que quer ocultar o genoc\u00eddio secular perpetrado contra o povo galego da parte da dita<br>monarquia castelhana, da castelhano-aragonesa e da espanhola, a permanente guerra de conquista,<br>de exterm\u00ednio do povo galego, das institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas da Galiza independente, da sua l\u00edngua, da<br>sua cultura, da sua economia e sobretudo ocultar a hist\u00f3ria comum da Galiza e Portugal, guerras<br>permanentes de conquista da Galiza pela for\u00e7a das armas mercen\u00e1rias e estrangeiras encabe\u00e7adas<br>pela entente do Vaticano e a monarquia castelhana, castelhano-aragonesa ou espanhola impedindo<br>at\u00e9 hoje a UNIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL.<br>O reconhecimento da Galiza como nacionalidade hist\u00f3rica n\u00e3o d\u00e1 direitos auton\u00f3micos mas o<br>direito \u00e0 livre determina\u00e7\u00e3o, o direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o mesmo o direito \u00e0 separa\u00e7\u00e3o do Reino da<br>Espanha, \u00e0 independ\u00eancia da Galiza para se unir nacionalmente com Portugal se assim o decidir o<br>povo galego em concord\u00e2ncia com as leis internacionais, espanholas e portuguesas (artigo 7.3 da<br>CP) \u2013 da ONU, do Reino da Espanha que foram citadas antes e da Rep\u00fablica portuguesa.<br>A respeito dos VI t\u00edtulos, 25 artigos e Disposi\u00e7\u00e3o Adicional da Lei de Normaliza\u00e7\u00e3o Lingu\u00edstica<br>pode ser dito que para al\u00e9m de n\u00e3o cient\u00edficos s\u00e3o disparatados. Os direitos lingu\u00edsticos s\u00e3o para as<br>pessoas galegas e o primeiro e b\u00e1sico direito \u00e9 a ALFABETIZA\u00c7\u00c3O na sua pr\u00f3pria l\u00edngua, o<br>portugu\u00eas, e cultura, a portuguesa, de toda a popula\u00e7\u00e3o para erradicar a brutal ignor\u00e2ncia, racismo<br>que grassa na popula\u00e7\u00e3o galega mais analfabetizada e penetrada da ideologia nazi-franquista e<br>narcotraficante espanhola, instalada entre os militares nomeadamente da Marinha, GC, PN,<br>JU\u00cdZES, CLERO, FUNCIONARI@S, JORNALISTAS E CAPITALISTAS. Temos um not\u00e1vel<br>exemplo no Sr. Afonso Rueda, presidente da Junta, a se manifestar contra a \u00abimposi\u00e7\u00e3o\u00bb do galego,<br>e ao afirmar que \u00aba Galiza tem DUAS l\u00ednguas PR\u00d3PRIAS\u00bb. As pessoas galegas temos o dever de<br>conhecer o castelhano mas n\u00e3o temos o dever de conhecer o galego, imposi\u00e7\u00e3o disparatada.<br>\u00abL\u00edngua oficial no ensino em todos os n\u00edveis educativos e de estudo OBRIGAT\u00d3RIO\u00bb? Salvo na<br>Universidade onde n\u00e3o ser\u00e1 OBRIGAT\u00d3RIO o estudo da l\u00edngua galega. E para o alunado<br>dispensado, eximido. Ensino em l\u00edngua materna \u00e0s crian\u00e7as? N\u00e3o, em espanhol por imposi\u00e7\u00e3o.<br>O galego l\u00edngua OBRIGAT\u00d3RIA nos m\u00eddia? N\u00e3o, s\u00f3 \u00abusual\u00bb! E os m\u00eddia portugueses<br>PROIBIDOS, todavia hoje.<br>A l\u00edngua galega como patrim\u00f3nio hist\u00f3rico? PRO\u00cdBEM a sua secular ORTOGRAFIA. A Junta,<br>ainda hoje n\u00e3o publicou nada ou quase nada da nossa esplendorosa literatura nem reclamou para a<br>Galiza exemplares \u00fanicos como a Cr\u00f3nica Troiana, as Cantigas de Afonso o S\u00e1bio e os diferentes<br>Cancioneiros que recolhem s\u00e9culos de poesia. Com certeza porque n\u00e3o est\u00e3o redigidos \u00abnalgunha<br>das l\u00ednguas oficiais da Comunidade Aut\u00f3noma\u00bb.<br>A Disposi\u00e7\u00e3o Adicional culmina o disparate e a nega\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia outorgando \u00e0 RAG a m\u00e1xima<br>autoridade lingu\u00edstica. Pode-se dizer num s\u00edmil, que estabelece por lei que \u00abo mundo n\u00e3o \u00e9 redondo<br>mas plano\u00bb, plan\u00edcie da RAG, Terra Ch\u00e3 em que o galego n\u00e3o \u00e9 portugu\u00eas (essa \u00e9 a m\u00e1xima da<br>RAG, m\u00e1xima \u00abautoridade\u00bb lingu\u00edstica) mas um idioma castelhanizado destinado a ser l\u00edngua<br>pr\u00f3pria.<br>Relativamente \u00e0 Lei de aproveitamento da l\u00edngua portuguesa e v\u00ednculos com a lusofonia come\u00e7am<br>na Exposi\u00e7\u00e3o de motivos a negar que o Acordo Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa \u00e9 o resultado da<br>a\u00e7\u00e3o de Ernesto Guerra Da Cal, presidente da Comiss\u00e3o da Galiza, que durante d\u00e9cadas defendeu, e<br>convenceu, que Portugu\u00eas, Brasileiro e Galego s\u00e3o uma UNIDADE, uma \u00daNICA l\u00edngua,<br>particularmente na ORTOGRAFIA. A Comiss\u00e3o da Galiza valorizava o galego como uma l\u00edngua<br>em IDENTIDADE com a falada em Portugal e no Brasil.<br>O que nasceu na velha Gallaecia foi o galego mas n\u00e3o o portugu\u00eas porque Portugal n\u00e3o existia. O<br>portugu\u00eas \u00e9 l\u00edngua oficial na Uni\u00e3o Europeia para al\u00e9m de l\u00edngua de trabalho.<br>Vantagem lingu\u00edstica? A l\u00edngua pr\u00f3pria da Galiza, polo feito de ser intercompreens\u00edvel com o<br>portugu\u00eas, outorga uma valiosa vantagem? L\u00edngua que nos \u00e9 muito pr\u00f3xima? Conclus\u00e3o \u00abl\u00f3gica\u00bb:<br>L\u00edngua portuguesa, l\u00edngua estrangeira na Galiza! Tudo para EVITAR a verdade de galego e<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">portugu\u00eas serem a mesma l\u00edngua. Da\u00ed que nos seja compreens\u00edvel, da\u00ed a valiosa vantagem<br>lingu\u00edstica, da\u00ed que nos seja muito pr\u00f3xima e a seguir com \u00abl\u00f3gica\u00bb espanhola estabelece<br>\u00abportugu\u00eas, l\u00edngua ESTRANGEIRA na Galiza\u00bb. Os estrangeiros na Galiza s\u00e3o o que promulga a lei<br>e o seu partido que PRO\u00cdBEM os m\u00eddia em l\u00edngua portuguesa na Galiza. A r\u00e1dio e a TV de<br>Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guin\u00e9-Bissau, Mo\u00e7ambique, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Timor<br>Leste est\u00e3o proibidos embora o contido do artigo 4.1 relativo a que a Galiza e Portugal<br>compartilham patrim\u00f3nio lingu\u00edstico. A Galiza e Portugal partilham patrim\u00f3nio nacional, s\u00e3o partes<br>de uma \u00fanica na\u00e7\u00e3o. Pode ser dito que levamos uma d\u00e9cada a viver o prod\u00edgio de um partido que<br>\u00abgoverna a Galiza\u00bb para n\u00e3o cumprir a dita lei.<br>Contudo, a l\u00edngua pr\u00f3pria da Galiza, polo feito de ser intercompreens\u00edvel com o portugu\u00eas, quer<br>dizer, a lei reconhece um facto \u2013 que galego e portugu\u00eas s\u00e3o intercompreens\u00edveis, compreens\u00edv\u00e9is<br>reciprocamente, que se entendem bem as pessoas falantes de uma e outra portanto pode-se afirmar<br>que s\u00e3o a mesma l\u00edngua e se uma \u00e9 oficial, o galego, a l\u00edngua pr\u00f3pria, a outra, o portugu\u00eas, tamb\u00e9m<br>\u00e9 oficial pelo facto que a pr\u00f3pria lei reconhece como \u00abl\u00edngua pr\u00f3pria da Galiza, de facto<br>intercompreens\u00edvel com o portugu\u00eas\u00bb. A lei estabelece este facto para o portugu\u00eas mas n\u00e3o<br>estabelece o mesmo para italiano, para o castelhano, para o franc\u00eas porque s\u00e3o l\u00ednguas diferentes do<br>galego. A lei reconhece e estabelece que a l\u00edngua pr\u00f3pria da Galiza \u00e9 intercompreens\u00edvel com o<br>portugu\u00eas pelo facto de serem n\u00e3o duas l\u00ednguas diferentes mas a mesma l\u00edngua.<br>As Normas Ortogr\u00e1ficas e Morfol\u00f3gicas do Idioma Galego aprovadas polo plen\u00e1rio da Real<br>Academia Galega em 12 de julho de 2003 t\u00eam o mesmo objetivo que as de 1982, isto \u00e9, negar,<br>censurar, como referentes o portugu\u00eas, nomeadamente quanto \u00e0 ortografia e n\u00e3o apenas, e o que<br>denominam \u00abgalego medieval\u00bb ou \u00abportugu\u00eas medieval\u00bb continuando os disparates do Sr. Ram\u00e3o<br>Louren\u00e7o contr\u00e1rios n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 ci\u00eancia mas \u00e0 evid\u00eancia de que galego e portugu\u00eas em 1373 eram a<br>mesma l\u00edngua. N\u00e3o eram l\u00ednguas diferentes como ele pretende. \u00c9 s\u00f3 votar uma vista de olho \u00e0<br>Cr\u00f3nica Troiana (Ponte de Eume \u2013 Betan\u00e7os, 1373) e comparar com as Cr\u00f3nicas de Fern\u00e3o Lopes<br>(Lisboa, 1440 em adiante) para sabermos estarem escritas uma e outra obra na mesma e \u00fanica<br>l\u00edngua. Numa palavra, A RAG PRO\u00cdBE como referente para a l\u00edngua pr\u00f3pria da Galiza o portugu\u00eas<br>atual, o \u00abgalego medieval\u00bb e o \u00abportugu\u00eas medieval\u00bb. A evid\u00eancia da identidade ORTOGR\u00c1FICA,<br>morfol\u00f3gica, l\u00e9xica, impedir-lhes-ia a burla e a fal\u00e1cia de afirmarem \u00abgalego e portugu\u00eas, l\u00ednguas<br>diferentes\u00bb.<br>O Sr. Feij\u00f3 ao promulgar o Decreto 79\/2010, de 20 de maio, para o plurilingu\u00edsmo no ensino n\u00e3o<br>universit\u00e1rio da Galiza, perpetrou mais um execr\u00e1vel e disparatado ato de racismo contra a l\u00edngua<br>galega ao estabelecer no artigo 7.3 que as disciplinas de Matem\u00e1ticas, Tecnologias e F\u00edsica e<br>qu\u00edmica seriam ministradas em Castelhano, l\u00edngua superior ao galego, numa palavra, PROIBIDA a<br>l\u00edngua pr\u00f3pria e inferior da Galiza.<br>Quanto ao Observat\u00f3rio da Lusofonia Valentim Paz Andrade, Decreto 134\/2023, de 28 de setembro,<br>vigorante desde 10-X-2023 (essa Conselharia e Conselheiro parecem ignorar que na data da<br>Resolu\u00e7\u00e3o, 26-XII-2023, o Decreto vigorava desde um m\u00eas e meio antes), ficamos informados que<br>\u00abo galego \u00e9 um valor cultural que nos identifica como povo e que nos conecta com uma<br>comunidade maior de mais de 270 milh\u00f5es de pessoas que falam portugu\u00eas, j\u00e1 que a<br>intercompreens\u00e3o entre ambas as l\u00ednguas \u00e9 poss\u00edvel sem necessidade de media\u00e7\u00e3o\u00bb. Isto \u00e9, que<br>galego e portugu\u00eas s\u00e3o a mesma l\u00edngua que nos permite \u00e0s pessoas galegas comunicar com 270<br>milh\u00f5es de pessoas que falam portugu\u00eas sem necessidade de tradutor embora as que escrevem o<br>Decreto talvez precisem pela incapacidade de escrever bem o nome da CPLP, Comunidade DOS<br>Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa, criada para \u00abaprofundamento da amizade m\u00fatua e da coopera\u00e7\u00e3o entre<br>os seus membros\u00bb. Acrescenta o dito Decreto: \u00abPor outra parte, desde a entrada de Espanha como<br>Observadora Associada da Comunidade de Pa\u00edses de L\u00edngua Portuguesa (CPLP) em julho de 2021,<br>gra\u00e7as ao decisivo impulso dado pela nossa Comunidade Aut\u00f3noma, Galiza vai estar estreitamente<br>vinculada a este novo labor para desenvolver todo o potencial de t\u00e3o importante associa\u00e7\u00e3o\u00bb.<br>Celebram a presen\u00e7a da Espanha na CPLP e negam a presen\u00e7a da Galiza como membro de pleno<br>direito por ser o ber\u00e7o da l\u00edngua portuguesa ou como Observador Associado, facto que tivera a<br>oposi\u00e7\u00e3o dos sucessivos Governos espanh\u00f3is desde 1996, fazendo-lho saber \u00e0s autoridades da CPLP<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">para que desistissem de outorgar \u00e0 Galiza a categoria de Observador Associado. N\u00e3o estabelecem<br>por lei que a Junta da Galiza realize obrigatoriamente os tr\u00e2mites necess\u00e1rios para a integra\u00e7\u00e3o da<br>Galiza na CPLP como membro de pleno direito ou como Observador Associado. A composi\u00e7\u00e3o do<br>Observat\u00f3rio n\u00e3o permite qualquer dissid\u00eancia das posi\u00e7\u00f5es do Governo da Junta.<br>Quanto \u00e0 SEXTA considera\u00e7\u00e3o legal e t\u00e9cnica da sua Resolu\u00e7\u00e3o que referencia uma senten\u00e7a da<br>Sec\u00e7\u00e3o 1.a da Sala do Contencioso Administrativo do Tribunal Superior de Justi\u00e7a da Galiza que<br>fundamenta o seu ditame desajeitadamente porque admite o castelhano com a sua ortografia e o<br>galego com ortografia do castelhano mas galego com a sua secular ORTOGRAFIA o n\u00e3o admite. O<br>que entra em colis\u00e3o, contradi\u00e7\u00e3o com outros preceitos da pr\u00f3pria lei. O galego, a l\u00edngua galega<br>existe desde muito antes do s\u00e9culo XII, conservando-se documentos onde podemos conhecer as<br>normas ortogr\u00e1ficas e morfol\u00f3gicas do idioma, a caligrafia, o tipo de letra, o suporte do escrito,<br>pergaminho ou papel, a pintura dos c\u00f3dices, as imagens, os ornamentos e as cores das letras,<br>nomeadamente as mai\u00fasculas, a m\u00fasica, a nota\u00e7\u00e3o musical e muita outra coisa que constitui<br>PATRIM\u00d3NIO DA GALIZA, patrim\u00f3nio do povo galego, patrim\u00f3nio a conservar, proteger e<br>transmitir segundo artigo 23 da LNL.<br>\u00abO Conselho da Junta declara ILEGAIS v\u00e1rios artigos do projeto de Estatutos da Universidade de<br>Vigo por admitir outras op\u00e7\u00f5es ortogr\u00e1ficas do idioma galego\u00bb, em 1983. Outras op\u00e7\u00f5es<br>ortogr\u00e1ficas do idioma galego? A ignor\u00e2ncia racista desta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 inaudita. A ORTOGRAFIA<br>SECULAR DO GALEGO \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica do galego? O Governo da Junta leva 40 anos<br>declarando ILEGAL o galego e a sua ortografia, escrito e documentado durante oito s\u00e9culos, desde<br>1195 at\u00e9 hoje. O Governo galego PRO\u00cdBE o portugu\u00eas, a identidade do galego e o portugu\u00eas, eis a<br>quest\u00e3o que durante 40 anos se pretende ocultar infrutuosamente. A ORTOGRAFIA hist\u00f3rica do<br>galego nos documentos conservados \u00e9 a do portugu\u00eas atual, da\u00ed a ILEGALIDADE, A PROIBI\u00c7\u00c3O.<br>No artigo 20.3 da LNL \u00abSer\u00e3o obrigas da Junta da Galiza contribuir ao fomento do livro em galego,<br>com medidas que potenciem a produ\u00e7\u00e3o editorial e a sua DIFUS\u00c3O\u00bb. A Cr\u00f3nica Troiana, ou outras<br>maravilhas da nossa literatura, n\u00e3o \u00e9 \u00ablivro galego\u00bb? Contribuiu, fomentou, potenciou, publicou,<br>difundiu o \u00ablivro galego\u00bb intitulado Cr\u00f3nica Troiana ou outros a Junta da Galiza? \u00c9 evidente que<br>n\u00e3o. Declarou ilegal e proibiu as NORMAS ORTOGR\u00c1FICAS E MORFOL\u00d3GICAS DO<br>GALEGO EM QUE EST\u00c1 ESCRITO O DITO LIVRO. A RAG, em 1985, com o financiamento da<br>\u00abbenem\u00e9rita\u00bb Funda\u00e7\u00e3o Barri\u00e9 da Ma\u00e7a, dinheiro manchado do sangue e roubado \u00e0s v\u00edtimas do<br>franquismo e de Pedro Barri\u00e9 de la Maza, publicou a dita Cr\u00f3nica Troiana com limiar do presidente<br>da RAG, Domingo Garcia-Sabell que eleva \u00e0 categoria de \u00abassombroso\u00bb o trabalho do autor da<br>edi\u00e7\u00e3o, Ram\u00e3o Louren\u00e7o \u2013 tamb\u00e9m da RAG. Nem admira! Autor que na introdu\u00e7\u00e3o do livro dedica<br>mais de um cento de p\u00e1ginas para \u00abdemonstrar\u00bb que em 1373 galego e portugu\u00eas n\u00e3o eram a<br>mesma l\u00edngua; o mesmo autor que na d\u00e9cada de 1960 postulava publicamente o emprego da nossa<br>secular ortografia e a unifica\u00e7\u00e3o de galego, portugu\u00eas e brasileiro ap\u00f3s Ernesto Guerra Da Cal<br>publicar na Editorial Gal\u00e1xia Lua de Al\u00e9m Mar e Rio de Sonho e Tempo. No limiar Garcia-Sabell<br>despre\u00e7a a edi\u00e7\u00e3o de Andr\u00eas Martinez Salazar da Cr\u00f3nica Troiana (publicada em 1900 pela<br>Deputa\u00e7\u00e3o de A Crunha) que no Preliminar real\u00e7am a autoridade de Marcelino Men\u00e9ndez Pelayo e<br>os \u00abApuntes gramaticales, debidos, como los Vocabularios insertos al final del volumen II, al<br>notable gram\u00e1tico ciego Sr. D. Manuel R. Rodr\u00edguez, eficazmente auxiliado en tan improba labor<br>por el estudioso joven Sr. D. Antonio \u00c1ngel Longa, quienes, con el mayor desinter\u00e9s y entusiasmo,<br>se han prestado \u00e1 contribuir con su excelente trabajo \u00e1 la mejor inteligencia de la lengua arcaica de<br>su pais natal\u00bb.<br>Afirma-se que n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o a quest\u00e3o da Universidade de Vigo com o \u00abregime de ajudas que a<br>Conselharia de Cultura, Educa\u00e7\u00e3o e Ordena\u00e7\u00e3o Universit\u00e1ria oferta \u00e0s editoriais para incluir no<br>cat\u00e1logo publica\u00e7\u00f5es em l\u00edngua galega\u00bb. A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 evidente, expl\u00edcita, proclamada: Declara-se<br>ILEGAL, PRO\u00cdBE-SE o galego com a sua a secular ortografia e fica discriminado e punido quem a<br>utilizar ou realizar atividade de fomento, promo\u00e7\u00e3o e tutela deste idioma secular da Galiza que fica<br>sem receber as ajudas, subs\u00eddios, verbas estabelecidas na lei que outros recebem. \u00c9 um clamoroso e<br>ilegal caso de DISCRIMINA\u00c7\u00c3O por raz\u00e3o de l\u00edngua, por raz\u00e3o de ORTOGRAFIA.<br>No relativo ao financiamento de atividades lingu\u00edsticas em galego da parte da Conselharia de<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cultura e da Junta da Galiza a viola\u00e7\u00e3o dos preceitos da lei \u00e9 conhecida publicamente pela sua<br>reitera\u00e7\u00e3o e contum\u00e1cia: La Voz de Galicia, Faro de Vigo e outros jornais di\u00e1rios recebem<br>determinadas quantidades de dinheiro p\u00fablico para fomentar o uso do galego publicado nas suas<br>p\u00e1ginas, cent\u00edmetros quadrados que teriam de ser ocupados pela l\u00edngua galega, mas \u00e9 sempre a<br>espanhola a ocupante. Os m\u00eddia privados espanh\u00f3is s\u00e3o financiados pela Junta da Galiza para<br>publicar em galego, inexistente nas suas p\u00e1ginas publicadas em espanhol. A Junta financia<br>ilegalmente a l\u00edngua espanhola com ajudas para fomento do galego. Mas no caso de N\u00f3s Di\u00e1rio,<br>publicado integramente em galego, a negativa das ajudas da parte da Junta da Galiza demonstra<br>uma e outra vez que a Junta \u00e9 inimiga do galego.<br>A respeito da puni\u00e7\u00e3o a pessoas, organiza\u00e7\u00f5es e institui\u00e7\u00f5es por utilizar a l\u00edngua galega com a sua<br>secular ortografia temos uma combativa resist\u00eancia e um triste, violento e longo historial de<br>repress\u00e3o sintetizado em aquele Diretor-geral de pol\u00edtica lingu\u00edstica, Manuel Regueiro Tenreiro com<br>o seu \u00abir\u00edamos a por ellos\u00bb, amea\u00e7a dirigida aos \u00ablusistas\u00bb que romp\u00edamos a na\u00e7\u00e3o espanhola.<br>Variedade lingu\u00edstica a l\u00edngua galego-lusista? As pessoas que integravam a Sec\u00e7\u00e3o 1.a da Sala do<br>Contencioso Administrativo do TSJG ao escrever o anterior parecem demonstrar uma ignor\u00e2ncia e<br>um racismo superior. N\u00e3o h\u00e1 tal l\u00edngua galego-\u00ablusista\u00bb salvo na sua ignor\u00e2ncia e preconceito<br>racista. H\u00e1 galego escrito com a ortografia empregada por AGAL, ortografia do galego durante<br>determinados s\u00e9culos: a palavra na\u00e7om tamb\u00e9m foi escrita na\u00e7am e porfim na\u00e7\u00e3o e antes na\u00e7\u00e3 e foi<br>uma escolha produto da press\u00e3o dos que negavam que o galego fosse portugu\u00eas. Ricardo Carvalho<br>Calero definiu que \u00abo galego, ou \u00e9 portugu\u00eas, ou n\u00e3o \u00e9\u00bb. A Sec\u00e7\u00e3o 1.a fica inabilitada para EMITIR<br>senten\u00e7a, n\u00e3o tem compet\u00eancia, apenas ignor\u00e2ncia e preconceitos racistas.<br>Queremos acrescentar que, segundo o seu racioc\u00ednio e o das autoridades da Junta, os galegos e as<br>galegas s\u00f3 temos um dever: Saber espanhol. De resto, o rigor proibitivo do portugu\u00eas chega a que o<br>sistema eletr\u00f3nico de comunica\u00e7\u00e3o desenhado pela Junta da Galiza n\u00e3o admite o car\u00e1cter da<br>nasalidade \u00ab~\u00bb pr\u00f3prio da l\u00edngua portuguesa e da galega em identidade.<br>Em suma, segundo a aus\u00eancia de representa\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica da Constitui\u00e7\u00e3o mon\u00e1rquica, o Estatuto<br>de Autonomia, das NOMIGA, da Lei de Normaliza\u00e7\u00e3o Lingu\u00edstica, da RAG-ILG e em<br>concord\u00e2ncia com o racioc\u00ednio empregue nas considera\u00e7\u00f5es anteriores procede aceitar a Certid\u00e3o e<br>o Plano de Atua\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Ernesto Guerra Da Cal, o qual pedimos acrescentando que contra<br>todas as formas de opress\u00e3o a Galiza tem direito ao exerc\u00edcio de INSURREI\u00c7\u00c3O reconhecido na<br>lei.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Ferrol, 31 de janeiro de 2024<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A FUNDA\u00c7\u00c3O ERNESTO GUERRA DA CAL APRESENTOU RECURSO CONTENCIOSO-ADMINISTRATIVO NO TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTI\u00c7A DA GALIZA CONTRA RESOLU\u00c7\u00c3O DO CONSELHEIRO DE CULTURA, EDUCA\u00c7\u00c3O, F.P. 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